sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Ó meu Jesus
Ó meu Jesus, minha única misericórdia, permiti que eu veja contentamento em vosso rosto, como sinal de reconciliação comigo, porque o meu coração não suportará a vossa seriedade; se a adiardes ainda um momento, ele se partirá de dor. Vede como já estou reduzida a pó. Diário 1562.
HORA DE REFLEXÃO
Uma hora de reflexão sobre a Minha dolorosa paixão tem maior mérito do que um ano inteiro de flagelação até o sangue; a reflexão sobre as Minhas dolorosas chagas é muito proveitosa para ti, e a Mim causa- Me grande alegria. Estou admirado que não renunciasse ainda plenamente à vontade própria, mas alegro- Me muito porque tal mudança se dará no retiro.( Diário 369)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Fluxo descontrolado de imigrantes: o grito de alerta de uma muçulmana convertida ao catolicismo
A paquistano-austríaca Sabatina James é uma ativista dos direitos humanos que se converteu ao catolicismo depois de escapar por pouco de um casamento forçado com um primo no Paquistão – um primo que, várias vezes, abusou dela sexualmente. Ameaçada de morte pela própria família por causa da sua conversão, Sabatina James vive desde 2004 sob a proteção 24 horas por dia. Em 2006, ela fundou a organização caritativa “Sabatina”, que ajuda as muçulmanas forçadas a se casar facilitando-lhes a fuga e prestando-lhes apoio jurídico e ajuda psicológica.
Esta ex-muçulmana critica enfaticamente a gestão alemã da crise dos refugiados e imigrantes, apontando as ameaças reais de uma imigração muçulmana descontrolada e originada em países não democráticos. Sabatina expressa as suas preocupações abertamente em entrevista ao Neuen Osnabrücker Zeitung:
“Temos que nos colocar duas questões: Queremos continuar a salvaguardar os direitos humanos na Alemanha? Podemos deixar a Alemanha se tornar um país predominantemente muçulmano?”.
Dar um passaporte a todos os refugiados sem assegurar-se de que eles são “capazes de ser democráticos” ou sem saber se eles “estão ou não dispostos a usar a violência” é uma política irresponsável, declara ela sem papas na língua. Se entre os imigrantes houver islamistas violentos, ligados ou não ao grupo Estado Islâmico, aAlemanha não poderá recusar-se a assumir a sua responsabilidade.
Fluxo de migrantes equivale a uma nova cidade a cada mês
Sabatina prossegue: se ao longo dos próximos dez anos chegarem mais de 10 milhões de muçulmanos, eles poderão constituir a maioria dentro da sua faixa etária. E este é precisamente o ritmo atual de chegadas. Além disso, a taxa de natalidade alemã é dramaticamente baixa. Só até o dia 23 de novembro, entraram mais de 180.000 refugiados: equivale a uma nova cidade de médio porte a cada mês, fenômeno que pode transformar radicalmente a sociedade alemã.
Ela também se mostra surpresa com o fato de que mesmo os jovens violentos que atacam cristãos, yazidis e muçulmanos democráticos podem permanecer na Alemanha. Para Sabatina, é “impensável dar-lhes asilo. É um erro grave e uma ilusão da nossa bela alma assumir de antemão que todos os refugiados partilham os valores democráticos”. Eles nasceram em países, como a Síria, o Afeganistão ou o Paquistão que ela tanto conhece, nos quais perdura “a ideia de que as mulheres não têm os mesmos direitos nem a mesma dignidade dos homens, e que os não-muçulmanos não são seres humanos plenos”.
Ação preventiva contra pregadores radicais
Sabatina James também critica o fato de a Alemanha não impor qualquer limite aos pregadores mais radicais.
“Nós os deixamos tranquilos e depois nos dizemos surpresos ao ver que a juventude os segue”.
Ela sabe, ao mesmo tempo, que também existem muitas pessoas boas e em busca de Deus, que não podem ser impedidas de encontrá-Lo – aliás, este quadro também revela com ainda mais clareza a triste situação das igrejas na Alemanha:
“É mais comum nas ruas alemãs de hoje cruzar com um salafista que distribui o alcorão do que com um cristão capaz de explicar o Sermão da Montanha ou as palavras fortes de Cristo como ‘Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos caluniam e vos perseguem’”.
E é justamente para salvaguardar os direitos humanos, em especial os das mulheres, bem como os valores do próprio Sermão da Montanha, que a Alemanha não pode aceitar tudo: o caráter democrático do país corre perigo se a Alemanha não revisar a sua postura.
O menino de 2 anos, doente de câncer, que conversou com Jesus
Com apenas dois anos e meio, Casen Broussard foi diagnosticado com neuroblastoma, forma de câncer infantil que “se desenvolve a partir de células nervosas imaturas”, em geral nas glândulas suprarrenais.
UM ENCONTRO EXTRAORDINÁRIO
Desde o diagnóstico, a vida de Casen tem sido tudo, menos normal. Tratamentos, corridas ao hospital em Memphis, nos EUA, medo de não conseguir… Mas não só isso. Há outro episódio que torna a história de Casen ainda mais incomum. No meio desta provação, que agora tem uma guinada para melhor, o pequeno teria falado com Jesus.
“CASEN, COM QUEM VOCÊ ESTAVA FALANDO?”
Segundo o Independent Journal (30 de novembro), a criança teria dado detalhes precisos das supostas conversas. “Casen, com quem você falou?”, perguntou a mãe. “Com Jesus”, respondeu ele, espontâneo. E ao pai, que lhe fazia perguntas, o pequeno respondeu: “Você não consegue mesmo vê-lo?”.
“EU FUI ATÉ O CÉU”
Antes de enfrentar mais uma sessão do tratamento, também a avó lhe fez uma pergunta: “Perguntamos a ele se Jesus estava ali naquele momento e ele disse que sim. Casen levantou a cabeça e disse: ‘Sim, Ele está ali em cima’”. O que surpreendeu a todos, no entanto, foi o relato de Casen após a operação. “Eu estava no céu”, disse ele. A família perguntou: “E quem estava lá?”. O menino respondeu: “Jesus, o Pai e o outro”. Casen contou em detalhes como era o céu, qual era o aspecto de Jesus e de Deus Pai e também mencionou o Espírito Santo.
UMA HISTÓRIA DETALHADA
Para os familiares de Casen, há outra explicação exceto o fato de ele ter vivido uma experiência extraordinária. Ninguém tinha lhe falado sobre religião nesse nível e ele não poderia inventar uma história dessas aos dois anos e meio de idade.
“AS PESSOAS DO PARAÍSO”
Quando lhe perguntaram o que ele viu no céu, Casen contou: “As pessoas do paraíso”. Além disso, Jesus teria lhe dito para voltar para casa. Perguntado sobre isto, o pequeno respondeu: “Ele me lançou, eu pulei e comecei a voar”. Casen relata que tinha asas quando estava no paraíso.
O TRATAMENTO PROGRIDE
O relato de Casen reaproximou toda a família de Deus. “Agora acreditamos em Deus um milhão de vezes mais”. Depois do transplante de medula óssea e do término da quimioterapia, em julho passado, Casen vai fazer neste mês os exames médicos que deverão confirmar o progresso do tratamento nos últimos meses.
O que o termo “corrupção” significa e o que a Bíblia e a Doutrina Social da Igreja têm a dizer sobre isso
No mês passado, o papa Francisco fez uma visita à cidade italiana de Prato, na Toscana, e, em seu discurso aos fiéis, pediu com toda a clareza:
“Combater até o fim o câncer da corrupção e o veneno da ilegalidade”.
O que o termo “corrupção” significa?
– A palavra vem do latim “corruptio”, derivada do verbo “rumpere”: romper, quebrar. Corromper ou ser corrompido significa romper. Romper o quê? Romper o equilíbrio natural entre as pessoas, romper a integridade moral, romper a harmonia, romper a fraternidade.
– Atualmente, a palavra “corrupção” costuma remeter ao mundo da política e das instituições que rompem a justiça e defraudam a sociedade.
– No entanto, o conceito de “corrupção” é mais abrangente do que a corrupção política, social, econômica. A corrupção é do indivíduo: ela se enraíza em cada pessoa que se deixa corromper ou que corrompe o outro.
– Assim, o fenômeno concreto da “corrupção” está presente no interior de cada pessoa que rompe a harmonia na convivência com o próximo ao buscar vantagem pessoal indevida.
O que a Bíblia diz sobre a corrupção?
– O termo “corrupção” não aparece muito na Bíblia, mas o “fenômeno” da corrupção, da degeneração do comportamento humano que “rompe” a convivência harmoniosa entre os homens, este aparece em muitas passagens.
– Um exemplo clássico é o da “Vinha de Nabot” (Reis 1,21). Nabot possuía uma vinha próxima ao palácio do rei Acab. O rei lhe propôs comprar a vinha, mas Nabot recusou vendê-la porque a vinha era a herança dos seus pais. Jezabel, a esposa do rei, sugeriu-lhe que levasse os anciãos do reino a prestar falsos testemunhos contra Nabot, acusando-o publicamente de blasfêmia contra Deus e contra o rei. Nabot foi apedrejado e o rei se apropriou da vinha.
– O episódio bíblico revela vários fenômenos de corrupção, sem precisar usar o termo “corrupção” para defini-los como tal: mostra aquela que sugere um estratagema corrupto, aquele que aprova e opera o esquema corruptor, aqueles que se deixam corromper e se tornam cúmplices do esquema, mentindo e acobertando, aqueles que reagem passional e criminosamente em um suposto gesto “justiceiro”, assassinando o inocente… Toda a sociedade se deixa “romper” em sua harmonia.
O que a Doutrina Social da Igreja fala sobre a corrupção?
– A doutrina não trata da corrupção a partir dos seus dados empíricos, coisa que cabe à sociologia; ela encara o problema a partir da perspectiva ética, iluminando os meios para o eficaz combate à corrupção.
– Com esta visão construtiva, a Igreja aponta princípios e valores a ser adotados pela sociedade, em vez de ficar apenas indicando o que deve ser evitado.
– Além do Compêndio da Doutrina Social da Igreja (DSI), as coordenadas para superar a corrupção encontram-se ainda na “Sollicitudo rei socialis” e na “Centesimus annus”, sempre com o foco positivo em construir uma sociedade do amor e da justiça, que não “corrompa” o equilíbrio e a harmonia entre todas as pessoas – harmonia necessária para a realização de cada pessoa.
– A encíclica “Laudato Si’” também aborda com visão propositiva a superação da corrupção, ao propor uma “ecologia humana” que vá muito além e mais a fundo que um mero “ambientalismo”: os atos humanos que corrompem o equilíbrio natural não podem ser combatidos de modo fragmentado, isolado; é preciso passar a enxergar e promover a integridade e integralidade da pessoa, em sua harmoniosa convivência com o próximo e com o mundo. É esta visão de propósito de vida o que pode superar a “corrupção” do homem e da natureza, e não a vã condenação de atitudes pontuais.
– Nesta mesma panorâmica, todo o magistério do papa Francisco propõe que o homem se volte às “periferias da existência”, promovendo a “cultura do encontro” com as pessoas excluídas pela “cultura do descarte”, a fim de integrá-las à “cultura da vida” mediante o “acolhimento”. Não basta apontar o dedo para aquilo que está errado: é preciso apontar as soluções que atuem sobre as raízes do problema – no caso, raízes internas, que brotam no interior de cada pessoa que adere a uma cultura de ruptura.
– É interessante observar que a palavra “corrupção” praticamente não aparece no magistério pontifício: o magistério não quer se limitar a uma atitude de simples condenação verbal, preferindo propor posturas positivas e construtivas, que, na prática, são a única forma real de derrotar as posturas corruptas.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Relatório do Projeto Misericórdia nas Famílias
RELATÓRIO DO PROJETO MISERICÓRDIA NAS FAMÍLIAS
Depois de termos percorrido os lugares onde há maior concentração de Capelinha da Misericórdia, de modo especial Minas Gerais nas dioceses de Luz – Lagoa da prata e São João del Rei em Barroso – e Sergipe na Arquidiocese de Aracaju gostaríamos de partilhar um pouco do que vimos e ouvimos.
Em Lagoa da Prata encontramos um número de oitenta Capelinha da Misericórdia abrangendo um total de mil e duzentas famílias atingidas pela Comunidade. Encontramos os zeladores bastante empenhados mas com dificuldades pra se reunirem uma vez por mês. Reunimos a coordenação paroquial e nos veio a inspiração de se encontrarem em grupos de oração do terço da Misericórdia onde os mesmos procurarão vivência a graça do batismo no Espírito Santo, orando em línguas e abertos à manifestação dos outros dons e carismas, rezando o terço da Misericórdia e abrindo, lendo e partilhando uma passagem do diário de Santa Faustina e da palavra de Deus. Foi lançado o desafio de ver se conseguiriam alcançar a diocese por inteiro.
Na ordem visitamos a arquidiocese de Aracaju de modo particular Moita Bonita onde estamos com 33 Capelinhas. Estamos presentes na arquidiocese em 6 paróquias tendo solicitado durante o encontro mais 5 paróquias. É por enquanto a única diocese onde temos um padre como diretor diocesano com uma equipe de coordenação arquidiocesana e uma equipe de intercessão sendo organizadas.
Por fim, estivemos em Barroso, diocese de São João del rei em minas Gerais onde o apostolado que já fora florescente no passado estava um pouco desestruturado precisando de uma retomada. Este encontro que tivemos foi pra uma retomada. Percebemos que estavam tendo muita dificuldade na caminhada e por isso pedimos ao Espírito Santo que viesse conduzir todos os momentos e Ele nos levou a fazer uma oficina de dons e carismas, proporcionando aos zeladores a experiência do batismo no Espírito Santo e a oração em línguas, bem como o exercício da prática de escuta do que o Espirito Santo poderia estar dizendo através de uma imagem, palavra, sentimentos ou pensamento que o Espirito poderia estar suscitando no coração pra comunicar às pessoas.
Aqui entendemos que a forma como se estava acolhendo a Capelinha nas casas não estava sendo a melhor e que a mesma deveria ser trocada por um momento mais carismático, de modo que haja tempo para um breve clamor ao Espírito Santo, seguido por oração em línguas, oração do terço da Misericórdia e abertura, leitura e partilha de uma passagem do diário de s. Faustina. Esse atendimento abrange a todos.
A comunidade Anunciadores da Misericórdia está construindo o capelão da Misericórdia um espaço na casa mãe em s. Gonçalo pra 500 pessoas sendo 350 sentadas. O Espirito já suscitou que deveríamos pedir a todos a colaboração de R$1,00 Por Família de modo a manifestar a comunhão com a comunidade Anunciadores da Misericórdia. Em Sergipe todos concordaram. Queremos agradecer a Jesus pela imensa riqueza do seu coração e pela fidelidade no exercício da missão.
Espero poder contarmos com todos e todas. Deus abençoe :
PE Antônio Aguiar
Depois de termos percorrido os lugares onde há maior concentração de Capelinha da Misericórdia, de modo especial Minas Gerais nas dioceses de Luz – Lagoa da prata e São João del Rei em Barroso – e Sergipe na Arquidiocese de Aracaju gostaríamos de partilhar um pouco do que vimos e ouvimos.
Em Lagoa da Prata encontramos um número de oitenta Capelinha da Misericórdia abrangendo um total de mil e duzentas famílias atingidas pela Comunidade. Encontramos os zeladores bastante empenhados mas com dificuldades pra se reunirem uma vez por mês. Reunimos a coordenação paroquial e nos veio a inspiração de se encontrarem em grupos de oração do terço da Misericórdia onde os mesmos procurarão vivência a graça do batismo no Espírito Santo, orando em línguas e abertos à manifestação dos outros dons e carismas, rezando o terço da Misericórdia e abrindo, lendo e partilhando uma passagem do diário de Santa Faustina e da palavra de Deus. Foi lançado o desafio de ver se conseguiriam alcançar a diocese por inteiro.
Na ordem visitamos a arquidiocese de Aracaju de modo particular Moita Bonita onde estamos com 33 Capelinhas. Estamos presentes na arquidiocese em 6 paróquias tendo solicitado durante o encontro mais 5 paróquias. É por enquanto a única diocese onde temos um padre como diretor diocesano com uma equipe de coordenação arquidiocesana e uma equipe de intercessão sendo organizadas.
Por fim, estivemos em Barroso, diocese de São João del rei em minas Gerais onde o apostolado que já fora florescente no passado estava um pouco desestruturado precisando de uma retomada. Este encontro que tivemos foi pra uma retomada. Percebemos que estavam tendo muita dificuldade na caminhada e por isso pedimos ao Espírito Santo que viesse conduzir todos os momentos e Ele nos levou a fazer uma oficina de dons e carismas, proporcionando aos zeladores a experiência do batismo no Espírito Santo e a oração em línguas, bem como o exercício da prática de escuta do que o Espirito Santo poderia estar dizendo através de uma imagem, palavra, sentimentos ou pensamento que o Espirito poderia estar suscitando no coração pra comunicar às pessoas.
Aqui entendemos que a forma como se estava acolhendo a Capelinha nas casas não estava sendo a melhor e que a mesma deveria ser trocada por um momento mais carismático, de modo que haja tempo para um breve clamor ao Espírito Santo, seguido por oração em línguas, oração do terço da Misericórdia e abertura, leitura e partilha de uma passagem do diário de s. Faustina. Esse atendimento abrange a todos.
A comunidade Anunciadores da Misericórdia está construindo o capelão da Misericórdia um espaço na casa mãe em s. Gonçalo pra 500 pessoas sendo 350 sentadas. O Espirito já suscitou que deveríamos pedir a todos a colaboração de R$1,00 Por Família de modo a manifestar a comunhão com a comunidade Anunciadores da Misericórdia. Em Sergipe todos concordaram. Queremos agradecer a Jesus pela imensa riqueza do seu coração e pela fidelidade no exercício da missão.
Espero poder contarmos com todos e todas. Deus abençoe :
PE Antônio Aguiar
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